Como a Suffa escolhe os seus materiais: critérios de qualidade que não negociamos
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Como a Suffa escolhe os seus materiais: critérios de qualidade que não negociamos

Por que razão os sofás Suffa custam o que custam? A resposta está nos materiais. Este artigo explica, com transparência, os critérios que guiam a seleção de cada matéria-prima que entra na fábrica de Lordelo, e porque é que esses critérios fazem uma diferença real no produto final.

 

Peles italianas: a origem importa

As peles da Suffa vêm exclusivamente de curtumes italianos com certificação de origem e processos de curtimento sustentáveis. A Itália mantém os padrões mais elevados do mundo em pele para mobiliário, uma tradição de séculos que se traduz em textura, durabilidade e comportamento a longo prazo incomparáveis.

 

Madeiras: estrutura para durar décadas

A estrutura interna usa madeiras certificadas de fontes sustentáveis. A escolha entre madeira maciça e painéis de alta densidade é feita em função do modelo e da aplicação, em nenhum caso se usa material de qualidade inferior ao necessário.

 

Espumas: o conforto que se sente nos primeiros 10 anos

As espumas têm densidades entre 25 e 55 kg/m³, selecionadas em função da zona do sofá (assento vs. encosto) e do perfil de uso previsto. Esta especificidade é o que evita que o sofá 'afunde' ao fim de 3 a 4 anos.

 

Tecidos técnicos: seleção baseada em testes

Cada tecido técnico é testado internamente antes de entrar no catálogo: abrasão (Martindale), resistência a manchas, comportamento à luz UV e solidez da cor após lavagem. Apenas os tecidos que passam em todos os critérios são disponibilizados.

 

O compromisso de não baixar padrões

A tentação de usar materiais de menor custo existe sempre. A decisão de nunca ceder a essa tentação é o que define uma marca premium. Em 40 anos, esse compromisso nunca foi quebrado.

 

A transparência sobre os materiais é uma forma de respeito pelo cliente. Quem compra um sofá Suffa sabe exatamente o que está a comprar, e porque vale o investimento.

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